Brasão

BRASÃO DO COLÉGIO BRASILEIRO DE GENEALOGIA

Como grande parte das instituições, o CBG também tem suas armas: escudo primitivo, campo de goles, flanqueado em arco de arminho nos dois lados, carregado de uma abelha de ouro no centro do campo. Envolvendo o escudo, dois ramos de carvalho floridos, com uma faixa à base, com o dístico “Aeterna non caducat”, em letras de ouro, sobre faixa branca debruada em negro.

O projeto, aprovado em Assembleia Geral Extraordinária em 07.10.1952, é de autoria de Aloísio Régis Bittencourt, e a divisa foi sugerida pelo Monsenhor Francisco da Gama e Costa MacDowell, ambos associados CBG.

Os elementos constantes do brasão foram assim definidos por Ruy Vieira da Cunha, em artigo publicado na revista Brasil Genealógico nº 2:

  • o escudo, em forma primitiva, para significar a antiguidade da própria genealogia;
  • o campo de goles, que é o interior do escudo em vermelho, para significar o sangue comum de todos os homens, “vermelhamente plebeu”, para o qual se volta a pesquisa genealógica;
  • os arminhos, que ladeiam o campo de goles,  representam os títulos e dignidades às vezes recebidos;
  • a abelha, é símbolo do trabalho e da inteligência, significa a atividade de estudo e investigação;
  • os ramos floridos mostram a vitalidade do carvalho, árvore sabidamente forte e longeva;
  • o dístico  “O eterno não envelhece” lembra a perenidade da genealogia.

O brasão do CBG fala por si só da proposta do Colégio: o estudo da genealogia não como investigação de foros nobiliárquicos, reais ou presumidos, mas da sucessão da geração no tempo; da continuidade de cada família ao longo da história, sejam quais forem suas origens, raça ou cor.

Texto publicado no boletim Carta Mensal nº 85, de junho de 2007, adaptado de texto anterior, publicado no mesmo boletim, de nº 2 / setembro de 1988.