CBG – Colégio Brasileiro de Genealogia: Josias Carneiro da Silva
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Josias Carneiro da Silva

Nome artístico: JOSIAS CLARENCE
Nome literário: JOSIAS CLARENCE CARNEIRO DA SILVA

Filho de João Carneiro da Silva e Cinobelina Carneiro, nasceu a 4 de maio de 1929 em Teresina, Estado do Piauí. Professor universitário, cronista, folclorista. Bacharel em Direito – Teresina, 1955. Licenciado em Filosofia (1963) e História & Geografia (1971) pela Universidade Federal do Piauí. Pós-graduado em Cultura e Arte Barroca pela UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto-MG. Foi Inspetor de Ensino e professor de curso secundário, Diretor da Campanha Nacional de Educação de Adultos, Assistente de Administração e secretário da Inspetoria Geral de Fiscalização da Secretaria de Fazenda. Assessor da Secretaria de Cultura, Desportos e Turismo do Piauí. Professor universitário em Caxias-MA. Professor Titular de História Geral, História Antiga e Expressões Folclóricas do Brasil na UEMA – Universidade Estadual do Maranhão. Idealizou e criou, em 1964, a Fundação Educacional do Museu de Artes do Piauí. Diretor da Casa Anísio Brito/Arquivo Público do Piauí – 1979. Fundador e presidente do Instituto Genealógico, Heráldico e Histórico do Piauí. Membro do/da: Instituto Histórico e Geográfico do Piauí (Cadeira 8), Instituto Genealógico Brasileiro, União Brasileira de Escritores e Academia Piauiense de Letras (Cadeira 36). Associou-se ao Colégio Brasileiro de Genealogia em 19 de março de 1991. Agraciado com a Medalha de Mérito Conselheiro Saraiva, concedida pela Prefeitura de Teresina. Integra o acervo da Casa de Cultura de Teresina uma coleção de objetos sacros, mobiliário, porcelanas e instrumentos musicais que leva seu nome: Coleção Historiador Josias Clarence Carneiro da Silva. Obras: Genealogia de J. Miguel de Matos – 1970; Simplício, Simplição da Parnaíba – lenda, romance e novela, 1978; Encanto e Terror nas Águas Piauienses – folclore, 1982; Os Carneiros da Silva no Piauí – 1986 e Abelheiras – O Último Reduto da Casa da Torre no Piauí – 1991. Autor também do Brasão das Armas de Teresina; da peça teatral “Abelheiras” – drama em três atos; das composições musicais “Cavalo Piancó” – composição folclórica, 1980;”Enquanto Você” – canção, 1982; , “Ilusões” – valsa, 1990; “Amarante” – samba, 1983; e co-autor do Hino do Tribunal de Justiça do Piauí.