CBG – Colégio Brasileiro de Genealogia: Félix Francisco Martin Y Herrera
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Félix Francisco Martin Y Herrera

Filho do Dr. Félix Antonio. E. Martin y Herrera e de Ana Maria Canale Y Demaría Escalada, nasceu em Buenos Aires – capital, Argentina, a 14 de janeiro de 1918, sendo batizado na Igreja N.Sra. da Piedade no dia 31 de janeiro. Casou-se com Carmen Arias Herrera Vegas Pereyra Iraola em 1944 em Buenos Aires, tendo tido o casal uma prole de 13 filhos. Faleceu em sua cidade natal em 4 de outubro de 2006, aos 88 anos. Advogado, historiador, genealogista, heraldista, bibliófilo. Cavaleiro da Soberana Ordem Militar de Malta, da Sacra Ordem Militar Constantiniana de São Jorge (1970); da Ordem Angélica de Constantino o grande; etc. Cruz de Prataao Mérito Civil da Polônia no Exílio; Cruz de Bronze da Associação de Combatentes Polacos da Argentina. Por 46 anos alternou-se como Presidente e Vice-presidente do Instituto Argentino de Ciências Genealógicas [1976-1979], sendo declarado Presidente Perpétuo em 2003. Fundador e presidente do Colégio Heráldico de Buenos Aires (1966), da Junta Sabatina de Especialidades Históricas (1994) e do Instituto Argentino Galego de Ciências Históricas e Genealógicas (1997). Presidente do Instituto Hipólito Bouchard de Estudos Históricos Navais.  Membro da Real Academia de Ciências, Letras e Artes de Córdoba – Espanha (1961), da Real Academia Hispanoamericana de Artes e Ciências de Cádiz – Espanha (1970) e da Real Academia de Heráldica e Genealogía de Madrid (2006). Além de membro correspondente de 100 sociedades, academias e instituições de História, Genealogia e Heráldica em diversos países (Chile, Peru, França, Espanha, Itália, etc), entre elas a Sociedade Brasileira Heráldica e Medalhística, o Instituto Genealógico Brasileiro – SP e o Colégio Brasileiro de Genealogia, ao qual associou-se em 1992. Era um colecionador de escudos heráldicos, que cuidadosamente compilava em volumes que ocupavam estantes e estantes de seu estúdio na Rua Libertad, em Buenos Aires – capital, onde vivia. Outros de seus tesouros eram os guias sociais, por ele considerados indispensáveis para dirimir qualquer dúvida sobre origens e linhagens, como o Quem é Quem na Argentina e Quem é Quem na América, por exemplo. Publicou mais de uma centena e meia de artigos históricos e genealógicos em publicações especializadas, tais como “A Heráldica Irlandesa” e as revistas: “Genealogia”, órgão oficial do Instituto Argentino de Ciências Genealógicas; do Instituto Bouchard de Estudos Históricos Navais; “del Mar”, do Instituto Browniano de História Naval; da Sociedade Argentina de Estudos Históricos Franceses; Paroquial de Balvaners, etc.