CBG – Colégio Brasileiro de Genealogia: Cláudio de Albuquerque Bastos
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Cláudio de Albuquerque Bastos

Filho de Nereu de Figueiredo Bastos e Maria Brandão de Albuquerque Bastos, nasceu em Teresina, capital do Piauí, em 23 de agosto de 1935; faleceu no ano de 2004, em Belo Horizonte-MG, exatamente no dia de seu 69º aniversário. Bacharel em Sociologia e Política e Administração Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1959. Professor de diferentes cadeiras em cursos de aperfeiçoamento administrativo para Chefias na escola de Administração Bancária Clemente de Faria, em Belo Horizonte (1960-1968). Professor de Administração de Pessoal, da Faculdade de Ciências Gerenciais da Universidade de Negócios e Administração (1963 a 1965) e do Curso de Pós Graduação em Administração de Recursos Humanos na Faculdade de Ciências Administrativas em Belo Horizonte (1976-1977), sempre em Belo Horizonte-MG. Sócio fundador da Associação Profissional dos Jornalistas do Piauí – 30.05.1953. Sócio efetivo do centro Piauiense de Belo Horizonte, onde foi 2º Secretário (1954-1955) e 1º Secretário (1958). Sócio colaborador da Sociedade Mineira de Psicologia (1962). Membro da Associação Mineira de Administração de Pessoal (1968); da Comissão de Ética do Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização do estado de Minas Gerais (1969); do Conselho Regional de Administração – 6ª Região, onde foi Conselheiro Suplente; do Conselho Técnico-Científico da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (1976-1980); da Comissão de Avicultura da Federação de Agricultura do estado de Minas Gerais (1979-1980). Era membro do Instituto Genealógico Brasileiro (22.11.1958), do Colégio Brasileiro de Genealogia (1991), da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia, da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (1975) e do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba. Dentre as sua obras destacam-se o Dicionário Histórico e Geográfico do Estado do Piauí, editado em 1994, pela Fundação Cultural Mons. Chaves; Família e Poder – A Sucessão Hereditária do Poder Político no Brasil (1991); Manifestações Musicais no Piauí – Contribuição à História da Música (1990); Instituições Financeiras de Minas Gerais – 1819-1995 (1997) e Administração de Pessoal (1963).Deixou inéditos: Da Sucessão Hereditária do Poder Político no Brasil;A Guarda Nacional no Piauí; As Sesmarias do Piauí;Notas para uma Filosofia de Administração e Memória Genealógica sobre as Famílias Basto e Bastos. Foi Cláudio Bastos foi agraciado com a Cruz de João Ramalho (São Paulo), Medalha Caio Prado Júnior (UBE/RJ), e Medalha do Mérito Conselheiro José Antônio Saraiva (Teresina, PI). Recebeu, também diversos prêmios literários, entre eles o Clio, da Academia Paulistana de