CBG – Colégio Brasileiro de Genealogia: Celestino Ruben Neis
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Celestino Ruben Neis

Mons. Ruben Neis

Filho de Pedro Neis e Maria Rosina Schmitz Neis, nasceu a 2 de fevereiro de 1925 em Bom Princípio, hoje município independente, mas na ocasião localidade de São Sebastião do Caí, Estado do Rio Grande do Sul. Faleceu na manhã do dia 23 de janeiro de 2003, no Hospital São Francisco da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre-RS. Sacerdote católico, historiador e genealogista. Entrou para o Seminário Menor em São Leopoldo-RS em 09.04.1937, tendo ali feito o primeiro ano de seus estudos de formação sacerdotal. De 1938 a 1942, estudou no Seminário São José, em Gravataí-RS. De volta a São Leopoldo, terminou sua formação com os cursos de Filosofia [1943-1945] e Teologia [1946-1949] no Seminário Maior, em cuja capela foi ordenado a 30 de novembro de 1949 por D. Vicente Scherer. Sempre na Arquidiocese de Porto Alegre-RS, foi: vigário auxiliar na Paróquia de São Geraldo (Porto Alegre, 26.12.1949); professor no Seminário Menor de Gravataí (27.12.1951); vigário auxiliar em Minas do Butiá (24.11.1953) e Canela (01.01.1955); pároco em Santo Antônio do Oeste (06.01.1957); Auxiliar do Arquivo da Cúria Metropolitana (12.01.1958); capelão do Pensionato Sta. Teresa (11.07.1958); Pró-Chanceler do Arcebispado (14.10.1959); Procurador da Mitra Arquidiocesana (15.01.1961). Secretário Geral do Arcebispado (31.12.1961); capelão da igreja de rito Maronita (04.03.81) e da irmandade São Miguel e Almas 15.03.1982); Vigário Geral do Arcebispado (30.11.1994); capelão da Irmandade do Divino Espírito Santo (13.03.1998) e Chanceler do Arcebispado (07.02.2001). Nomeado Cônego Capitular de Porto Alegre a 29.12.1980 e feito Monsenhor em 1982. Membro dos Institutos Históricos e Geográficos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Ocupante da Cadeira 12 no Instituto Histórico de São Leopoldo-RS. Associou-se ao Colégio Brasileiro de Genealogia em 21 de junho de 1968. Autor de vários artigos em jornais do Rio Grande do Sul, em especial no “Correio do Povo”,  também das obras: Guarda Velha de Viamão – 1975 e O Santo Padre em Porto Alegre – 1991. Seu nome foi dado a uma rua de Porto Alegre, que se estende por dois bairros limítrofes: Cavalhada e Ipanema.