CBG – Colégio Brasileiro de Genealogia: Amilcar Montenegro Osorio
Antigos Titulares

Amilcar Montenegro Osorio

Nasceu em 20 de novembro de 1902, no Rio de Janeiro, filho de Januário d´Assumpção Osorio, advogado e Elizabeth Montenegro Osorio, professora.

Funcionário público federal e jornalista, era conhecido profissionalmente como Amílcar Osório.Foi redator-chefe da Revista Documenta, Sumula e Separatas; redator fundador da revista O Jagunço (extinta no Rio); colaborador das revistas Genealógica Brasileira e Genealógica Latina, do Correio Heráldico e na História Genealógica da Casa de Moya.

Em 1933 foi designado para trabalhar na Comissão de reforma do Ensino, por determinação do Misnistro Francisco Campos. De 1967 a 1972 foi chefe do Serviço de Publicações do Ministério de Educação e Cultura, em Brasília, aposentando-se em 1972, aos 70 anos de idade e cinqüenta e quatro anos de serviço.

Casou-se no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1936, com Angelina Rodrigues Cerqueira. Foram pais de três filhas: Sonita, Lea e Yára –

Recebeu medalha de ouro oferecida pelo Governo federal pelos cinqüenta anos de serviços prestados e foi premiado com o trabalho Contribuição à Bibliografia Brasileira de Hans Staden pela Biblioteca Municipal do Distrito Federal, hoje Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro.

Foi membro de diversas instituições: Instituto Genealógico Brasileiro,  Federação Genealógica Latina, Sociedade de Genealogias e Heráldica dos Montenegros, Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro, Sociedade Amigos de Afonso Celso, Associação dos Diplomados da Academia Brasileira de Letras, Instituto dos Centenários e Association Française des Collectionneurs e Amis des Ex-Libris et des Gravures, de Nancy, França.

Admitido no Colégio Brasileiro de Genealogia em 1955, elegeu-se Titular em 05 de novembro de 1968. Foi membro do extinto Conselho de Administração [1964-67; 1967-70], redator-Chefe da revista Brasil Genealógico [1963-1970] e Secretário na gestão, 1970-73.

Faleceu no Rio de Janeiro a 03 de março de 1993, e foi cremado no Crematório da Vila Alpina em São Paulo, e suas cinzas transladadas para o ossário da família no Cemitério de São João Batista, no Rio de janeiro.

Deixou vários trabalhos e obras não puiblicadas, assim como profunda pesquisa histórica genealógica. Publicou, entre outros:

  •  – Tábua de Filiação Direta de Ana Alexandrina da Fonseca Costa Hayden;
  • Descendência de José Pinto de Miranda [Montenegro] – Anuário Genealógico Brasileiro, VII.

Deixou inédito extenso trabalho sobre os Montenegro, recuperado e publicado por sua filha Sonita Cerqueira Montenegro Osorio de Freitas Alves, em 2003, sob o título:

  • Marquês da Vila Real da Praia Grande – Caetano Pinto de Miranda Montenegro (1º do nome) – ascendentes, descendentes e história.