O CBG entra numa nova fase de atuação na sociedade brasileira.

Em 11 de maio de 2006, uma Assembléia Geral elegeu-nos seus novos Diretores e a 8 de junho tomamos posse solenemente no Salão Pedro Calmon do IHGB.

São inúmeros os agradecimentos que gostaríamos de fazer: em primeiro lugar, aos Sócios que acreditaram nas perspectivas e possibilidades de nosso trabalho - dentre estes, com destaque especial aos mais velhos e doutos que, assim, chancelaram nossa eleição como sendo uma alavanca ao crescimento e desenvolvimento do Colégio que, se é BRASILEIRO, deve expandir-se por todo o País, seja por obras impressas, seja pela magnitude de um Portal na Internet que já se encontra em fase de avaliação e encaminhamento.

Em segundo lugar, agradecemos ao IHGB, entidade ínclita e de fato digna do atributo de "Casa da Memória Nacional", como se descreve. Aos seus Diretores e Funcionários, a profunda gratidão pelos vários favores prestados ao CBG em todos esses anos.

E por fim, mas não por último, parafraseando os ingleses, agradecemos ao Todo-Poderoso que permite-nos seguir em frente, sempre, com Suas bênçãos e graças abundantes.

Bruno da Silva Antunes de Cerqueira



DOAÇÕES DE AUTORES

Crítica a uma metodologia heráldica, de Flávio Joppert, Instituto Salazar e Castro, sep. Revista HIDALGUÍA, Madrid, 2006

Simbologia heráldica da família Suckow do Mecklemburgo, de Flávio Joppert, Instituto Salazar e Castro, sep. Revista HIDALGUÍA, Madrid, 2006

São Vicente de Paulo, o Pai da Caridade, de Salvador Mata e Silva, Ed. Muiraquitã, Niterói, 2006

São Lourenço, onde nasceu Niterói, de Salvador Mata e Silva, edição do Autor, Niterói, 2006

Igrejas e Capelas Católicas de Niterói, de Salvador Mata e Silva e Marcus Vinicius Macedo Varela, Ed. Communità Italiana, Niterói, 2006

Descendência de Luís Queirol Murat e de Maria José Tavares de Resende Norton, de Eliana Quintela de Linhares, edição da Autora, Rio de Janeiro, 2006

Músico Eliezer de França Ramos - notas genealógicas, de Adauto Ramos, ed. do Autor, João Pessoa (PB), 2006

* * *


DOAÇÕES DE SÓCIOS

Doações do Sócio Titular Adauto Ramos (PB)

Epitácio Pessoa, de Helio Nóbrega Zenaide, Ed. A União, João Pessoa, PB, 2000

José Flóscolo, de Joacil de Britto Pereira, Ed. A União, João Pessoa, PB, 2000

Ascendino Leite, de Joacil de Britto Pereira, Ed. A União, João Pessoa, PB, 2000

Horácio de Almeida, de Joacil de Britto Pereira, Ed. A União, João Pessoa, PB, 2000

Solon de Lucena, de Joacil de Britto Pereira, Ed. A União, João Pessoa, PB, 2000

A saga dos cristãos novos na Paraíba, de Zilma Ferreira Pinto, Ed. Idéias, João Pessoa, PB, 2006

 

BOLETINS / REVISTAS

Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, vol. LIV - 2003 (Ed. comemorativa do Sesqüicentenário do Paraná 1853-2003)

Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, vol. LV - 2004

Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, vol. LVI - 2005

Revista da ASBRAP - nº. 11 - 2006


Transcorreu em clima de grande contentamento e descontração a Sessão Solene em que o novo Presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Eduardo de Almeida Barata, foi empossado, juntamente com os demais membros da Diretoria eleita em A.G.O. de 11.05.2006.

Abriu os trabalhos o Presidente anterior, Dalmiro da Motta Buys de Barros, que convidou a compor a Mesa de Honra, além do Presidente Carlos Barata, as seguintes autoridades:

  1. S.E. o Senhor Prof. Mário Barata, Vice-Presidente do IHGB - e tio do novo Pres. do CBG...
  2. S.E. a Senhora Embaixatriz viúva Becker von Sothen (n. Gilda Filadelfo de Azevedo), Sócia Fundadora do CBG;
  3. Senhor Prof. Bruno de Cerqueira, Presidente do Instituto Cultural D. Isabel I a Redentora e Diretor de Publicações do CBG;

Após a leitura do discurso do Presidente Dalmiro Buys de Barros, a Primeira-Secretária eleita, Regina Cascão, foi convidada a fazer a leitura de breve comunicado. Aproveitou a ocasião para participar a todos os presentes que na nova Diretoria, embora os Estatutos Sociais do CBG não o prevejam, ainda, constarão os nomes de Leila Ossola, responsável por Eventos e Relações Públicas e de João Simões Lopes Filho, pela Informática.

A seguir, Dalmiro Buys de Barros convidou o novo Presidente a que tomasse o assento central da Mesa, passando a sua esquerda. Este proferiu então seu discurso, cujo teor seguirá abaixo.

A noite findou com um agradabilíssimo coquetel no terraço do prédio do IHGB, cuja vista da Cidade Maravilhosa tanto encanta a todos que o conhecem.

 

 

Discurso de Posse do Pres. Carlos Barata

Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Prof. Mário Antonio Barata;
Excelentíssima Senhora Embaixatriz Gilda de Azevedo Becker von Sothen;
Ilustríssimo Senhor Presidente do Instituto Cultural D. Isabel I a Redentora, Prof. Bruno de Cerqueira;
Caro Dalmiro;
Caros Consócios;
Senhoras e Senhores

A diretoria que hoje assume os destinos do Colégio Brasileiro de Genealogia é uniforme em seu pensamento: a História é imprescindível para o desenvolvimento de todo e qualquer estudo genealógico. Não há genealogia dissociada de História.

Assim sendo, gostaria de trazer a todos, neste momento, um pouco da trajetória do Colégio Brasileiro de Genealogia, instituição pela qual hoje, nós, dirigentes eleitos em Assembléia no mês de maio, nos tornamos responsáveis por dois anos.

Há 56 anos, em 24 de junho de 1950, foi fundado o Colégio Brasileiro de Genealogia, na cidade do Rio de Janeiro, então Capital Federal, com o objetivo de congregar todos aqueles que se interessavam pelo estudo da família. E já não eram poucos...

Como preito de justiça e admiração, faz-se necessário citar os fundadores Carlos Grandmasson Rheingantz, Mariaeugenia Catta Preta de Faria, Horácio Rodrigues da Costa, Luiz Philippe de Sá Campello Faveret, Gisele de Almeida Goulart, Sérgio de Almeida Lamare, Alberto Carlos de Araújo Guimarães, Sylvia de Souza Prates, Rui Vieira da Cunha, Elysio Moreira da Fonseca, e nossa querida Gilda de Azevedo Becker von Sothen, hoje aqui presente, dando-nos a honra de mais uma vez apadrinhar uma nova gestão da Casa que com tanto carinho ajudou a criar.

O Colégio Brasileiro de Genealogia já nascia forte e vitorioso, sob tão importantes fundadores! E em 29 de julho de 1959, com apenas nove anos de existência, é reconhecido como de Utilidade Pública por Decreto do Presidente Kubtischeck.

Os anos passam, o Colégio se firma cada vez mais e chega o ano de 1964, vésperas do aniversário de 400 anos da cidade do Rio de Janeiro. A Diretoria de então busca marcar de maneira especial a data e surge o projeto de duas publicações: o "Dicionário das Famílias Cariocas", com os estudos das famílias desde da fundação da Cidade até 1700; e a "Genealogia Carioca", a ser editada em fascículos.

Publicações não são área desconhecida para o CBG, que, mesmo jovem, já havia publicado cinco volumes de sua importante e valiosa revista “Brasil Genealógico”. A revista, desde seu primeiro número, apresentava genealogias de presidentes da República e de figuras de projeção nacional, além de artigos e estudos de autoria de seus associados.

Contudo, o projeto do Dicionário não foi adiante, mas a outra obra, Genealogia Carioca, veio a público em um único fascículo, permanecendo vários estudos nas gavetas e arquivos do Colégio. No entanto, o fundador e então Presidente Carlos Rheingantz , sempre com o foco no IV Centenário do Rio, lança outra obra de suma importância: “Primeiras Famílias do Rio de Janeiro (Séculos XVI e XVII), dois volumes, parte integrante da Coleção Vieira Fazenda. Na orelha do livro, 400 anos de citação: uma de Estácio de Sá, em 1565, e outra de Carlos Lacerda, em 1965.

No rastro da importância desse trabalho de Rheingantz, o Governador Lacerda, por meio da Superintendência do IV Centenário, credencia o CBG a promover levantamento dos descendentes dos primeiros dos povoadores do Rio, aos quais seriam conferidos diplomas atestando suas históricas origens.

Senhoras e senhores... como genealogista, eu os instigo a imaginar o que seria levantar a genealogia de todo Município do Rio de Janeiro, que na ocasião tinha população de cerca de 3 milhões e 900 mil habitantes, em tempos de INEXISTÊNCIA dos recursos de hoje, citando entre eles apenas o computador!

Pois o trabalho foi feito – e o foi de maneira primorosa!

Com o apoio dos órgãos de governo, o Colégio Brasileiro de Genealogia desincumbiu-se exemplarmente da tarefa. Consultando antigos livros de registros paroquiais, identificaram-se dezoito famílias como as autênticas primeiras povoadoras do Rio de Janeiro, e sua descendência foi então traçada desde o longínquo ano de 1565 até o início do século XX.

Eis um pequeno trecho das diversas notícias que o jornal O Globo publicou em 26 de março daquele ano, sobre essa epopéia genealógica:

"POVOADORES DO RIO - Ao som do hino "Cidade Carioca" e de músicas dos velhos tempos, foi feita a chamada dos dezoito povoadores cuja descendência ainda existe em nossos dias. Era o início da solenidade, que reuniu no Aterro do Flamengo cerca de 1.500 descendentes dos primeiros povoadores do Rio, A festa compareceram autoridades, e discursos foram feitos. Finalmente uma queima de fogos de artifício assinalou o fim do acontecimento."

Hercúlea tarefa essa, temos que convir. E como foi possível estruturar e montar tantas genealogias? Foram transcritos, em fichas, resumos, isto é, os principais dados dos assentos de nascimentos, óbitos e matrimônios ocorridos no Rio de Janeiro desde a sua fundação até o princípio do século XX. Esses assentos estão em livros de registros existentes na Cúria Metropolitana e em várias igrejas paroquiais, e sua transcrição pela equipe do CBG alcançou um volume superior a 100 mil fichas.

Assim, ficha por ficha, ia-se revelando a história de cada uma das famílias daqueles povoadores e, o conjunto dessas fichas configura-se uma verdadeira teia genealógica, cujos fios se espalham e se expandem por diversas linhagens.

Plenamente reconhecido no meio cultural, o Colégio, depois de percorrer algumas sedes provisórias, acabou dividindo seu valioso acervo entre Petrópolis e Niterói. Então, nos anos 80, um grupo formado por Victorino Chermont de Miranda (que hoje integra nosso Conselho Fiscal), Paulo Carneiro da Cunha, Attila Augusto da Cruz Machado (nosso Vice-Presidente), José Ubaldino Motta do Amaral, Roberto Menezes de Morais e este que lhes dirige a palavra, entre outros, depois de algumas reuniões com o Presidente vitalício Rheingantz, consegue reunir novamente todo o acervo dispersado.

No dia 31 de maio de 1988, com o importante e imprescindível apoio do historiador Marcelo de Ipanema, o Colégio Brasileiro de Genealogia foi oficialmente reinstalado no espaço que até hoje ocupa, neste mesmo andar, 12º da sede do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em regime de comodato.

O espaço físico do CBG é retomado. Ali se instalam o impressionante fichário, e sua significativa biblioteca especializada. Este é o legado que hoje nos chega ás mãos.

Mas este legado não se restringe apenas aos limites da cidade... alcança rincões os mais distantes, estende-se de sul a norte do país, porque o Rio de Janeiro sempre foi destino de todo o tipo de migração, não só por ter sido capital do Vice-Reino, do Reino, do Império e da República – mas também por ser ícone de acolhida a quem quer que dele se enamore. Não é a toa que os braços abertos do Cristo Redentor são sua imagem-símbolo.

O acervo de fichas do CBG é seu principal tesouro. Um verdadeiro manancial de informações de grande e incontestável importância para a historiografia brasileira, tomadas de fontes primárias, algumas hoje infelizmente desaparecidas.

Nessas fichas simples, diretas e objetivas, podemos, por exemplo, reconhecer, no século XVI, por meio da origem dos povoadores o movimento de alguns chefes de família oriundos da Bahia e de São Vicente, em suas aventuras de conquistas, em 1564 e 1565 respectivamente.

Nessas fichas simples, diretas e objetivas, o pesquisador atento destaca no século XVII conseqüências da Invasão Holandesa, por meio do processo migratório interno, quando pernambucanos e paraibanos, principalmente, dela fogem e aqui se instalam. Eis aí um fator de grande importância para entender o incremento populacional da cidade, em meados do século XVII, e a transmigração da experiência dessa gente, sempre benéfica, legando-nos, por exemplo, parte da agricultura canavieira.

Nessas MESMAS fichas simples, diretas e objetivas, percebem-se na virada do século XVII para o XVIII os registros dos primeiros povoadores de Minas Gerais, que percorriam o Caminho Novo aberto entre 1698 e 1702 por Garcia Leme. E também a significativa imigração portuguesa, já que o Rio era a porta de entrada para as Minas Gerais.

Nessas fichas simples, diretas e objetivas, o observador cuidadoso tem em suas mãos toda a Colônia do Sacramento, lá no extremo sul do Brasil. Seus registros paroquiais entre 1735 e 1777 vieram parar no Rio de Janeiro, e foram também fichados. E sob nossos olhos apresenta-se a invasão espanhola à Colônia, o recuo das famílias lusas – algumas delas vindo para cá e, após a restituição da Colônia à Portugal, a chegada dos colonos no Rio de Janeiro, para lá destinados, onde permaneceram até a entrega definitiva à Espanha.

Nessas fichas simples, diretas e objetivas, os estudiosos dos movimentos migratórios têm diante de si um extraodinário quadro onde se descortina a migração européia, a partir de 1808, como conseqüência da Abertura dos Portos às Nações Amigas. São famílias de diversas origens que, depois, do Rio de Janeiro, espalharam-se por todo o país.

Todo este passado vivo faz parte do Colégio Brasileiro de Genealogia. Sua responsabilidade como instituição é imensa. E nossa responsabilidade, no momento em que assumimos a direção, não é menor. Mas isso não nos assusta - ao contrário, move e estimula. Caberá a nós, à frente do Colégio por dois anos, nesse tempo conduzir seus passos e firmar sua posição como baluarte da cultura e da memória.

É hora de inserir o CBG no século XXI. Sem nos afastarmos dos exemplos e inspiração dos que nos precederam, é hora de renovar, recriar, resgatar e dizer a quantos nos escutem que o Brasil é forte e poderoso porque sua História é feita por gente, gente que tem origens – e sobre essas origens tão plurais quanto ricas nós temos muito que contar.

Parafraseando mensagem de cumprimentos recebida de D. Carlos Eduardo Uchoa, Reitor da Faculdade e Colégio de São Bento em São Paulo, digo-lhes:

"À frente do Colégio Brasileiro de Genealogia possam nossas mãos ser sempre provadas na diligência, no rigor da pesquisa e na partilha fraterna dos frutos de incansável trabalho."

Que Deus nos guie.

Carlos Eduardo de Almeida Barata

 



Pres. Carlos Barata, Vice-Pres. Attila Cruz Machado, Primeira-Secretária Regina Cascão
e demais Diretores e Conselheiros posam para o fato focial de Posse


Buscando atualizar e complementar as obras, há muito esgotadas, de Belisário Vieira Ramos e Francisco Klörs Werneck, Nelson Vieira Pamplona dedica-se atualmente à família Werneck nos seus ramos de Leopoldina (MG) e Natividade (RJ), com publicação em breve.

*****

Attila Cruz Machado também tem livro pronto para o prelo: descendência do casal-tronco Antonio Gonçalves Côrtes (*1738 †1805) e Ana Gonçalves Rodrigues (*1760 †1805). Além dos Côrtes, o livro abordará também outra linhagem mineira: os Antunes de Siqueira, ancestrais de sua primeira esposa.

*****

Também já pronta para lançamento a obra de Valdivino Pereira Ferreira: "Afonso Arinos: um intelectual na política" , com 296 páginas e prefácio do Acadêmico Ivan Junqueira.

*****

Quem também já tem trabalho sendo impresso, é Regina Cascão. Seu livro "Pereira Lima - uma família pernambucana" tem lançamento previsto para a segunda semana de agosto no Recife e setembro no Rio de Janeiro.


Leila Ossola já está organizando a retomada das palestras genealógicas mensais e articula passeio a local histórico para setembro. Todo o Quadro Social será devidamente informado da programação em ambas as áreas.

CONVÍVIOS CULTURAIS

 Retomando os Encontros e Palestras de Genealogia organizados pelo CBG, informamos a programação para  o mês de agosto.

Tema:   Os parentes de Maomé em Portugal, século X e outras questões da genealogia medieval portuguesa
Palestrante: Francisco Antonio Dória
Local:

Centro Cultural do Colégio Rio de Janeiro 
Av. Major Rubens Vaz, 392 – Gávea

Dia: 31 de agosto
Horário: Das 18 às 20 horas

Nota: O Centro Cultural do Colégio Rio de Janeiro foi criado em 1996 e, por iniciativa de seus fundadores tem-se dedicado a promover atividades nas áreas de cultura, artes e lazer.  Com este espírito empreendedor, gentilmente cederam, sem ônus, um espaço para que o CBG realize suas palestras e encontros culturais e genealógicos


Grupo de genealogistas do Rio de Janeiro e de São Paulo articularam-se há alguns meses e vêm promovendo reuniões mensais. São encontros abertos, sem formalidade, e objetivam a convivência e troca de experiências e idéias entre pesquisadores de família.

A experiência revelou-se positiva em ambas as cidades, com o número de pessoas aumentando a cada evento. Os encontros têm "nome", e são os seguintes:

Rio de Janeiro:
Terceira Terça - realizado toda terceira terça-feira do mês de 18 às 21 horas
Choperia do Papai, no centro da cidade
Rua São José, 16 - piso superior (um salão sempre vazio)

São Paulo capital:
Quarta Quarta - realizado toda quarta quarta-feira do mês de 19 às 21 horas
STOUT BEER - no Topcenter , Mezanino Lojas
Av. Paulista, 854


A página da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro apresenta seção "Biblioteca on-line - Biblioteca Virtual da Rede Municipal de Bibliotecas". O objetivo é proporcionar aos interessados o acesso on-line ao acervo bibliográfico disponível para consulta e empréstimo nas bibliotecas municipais. Representa inegável estímulo para que o internauta vá à biblioteca mais próxima de sua casa e solicite o livro escolhido na Internet.

Além das Bibliotecas Populares - que possuem obras de literatura brasileira e estrangeira, obras de referência, títulos de auto-ajuda e de várias áreas do conhecimento -, encontra-se disponível on-line o acervo da Biblioteca do Arquivo da Cidade, unidade especializada em assuntos relativos ao Rio de Janeiro. Cerca de 11 mil títulos de livros e mil títulos de periódicos estão disponíveis para atender a pesquisadores, estudantes e interessados em conhecer aspectos relevantes e pitorescos da história administrativa, urbanística, social, econômica, política e cultural da urbe carioca.

Obras raras, publicações oficiais, revistas, almanaques, teses de mestrado e doutorado, obras de referência estão relacionados por título e por autor, de forma a facilitar a consulta ao acervo bibliográfico e hemerográfico da instituição.

*****

A Prefeitura do Rio, que está convidando famílias reais de toda a Europa para visitar o Brasil em 2008, vai pagara um prêmio de R$ 50 mil para o autor do melhor livro inédito sobre a influência da Família Real na cidade. O concurso celebrará os 200 anos da mudança da realeza de Portugal para o Brasil, em 1808. As inscrições vão até 21 de dezembro de 2007.


COLÉGIO BRASILEIRO DE GENEALOGIA
http://www.cbg.org.br

Divulgação Interna
Av. Augusto Severo, 8 - 12º andar - Glória
20.021-040 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2224-9856

Diretoria
Presidente: Carlos Eduardo de Almeida Barata
Vice-Presidente: Attila Augusto Cruz Machado
1º Secretário: Regina Lúcia Cascão Viana
2º Secretário: Eliane Brandão de Carvalho
1º Tesoureiro: Carlos Alberto de Paiva
2º Tesoureiro: Eva Lins Corrêa de Oliveira
Publicações: Bruno da Silva A. de Cerqueira
Eventos e RP: Leila Ossola
Informática: João Simões Lopes Filho

Conselho Fiscal
Fernando Antonio Ielpo Januzzi Jr.
Roni Fontoura de Vasconcellos Santos
Victorino Coutinho Chermont de Miranda

Endereços Eletrônicos:
Colégio: cbg@cbg.org.br
Secretaria: secretaria@cbg.org.br
Tesouraria: tesouraria@cbg.org.br
Publicações: public@cbg.org.br

Editoração Eletrônica
Webmaster Luís Afonso Queiroz da Silva
ESCALE SERVIÇOS DE INFORMÁTICA
www.escale.com.br
(21) 3201-0058