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BONIFÁCIO MAXIMIANO DE MATTOS

Regina Cascão, do Rio de Janeiro.

Orlando Cavalcanti  nasceu na cidade do  Recife, Pernambuco, em 15.10.1919. Bacharel em Direito, advogado, promotor, juiz, professor universitário. Pesquisador do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais. Um dos maiores genealogistas brasileiros do século XX.  Ao longo de quase cinqüenta anos revirou arquivos recompondo a genealogia de várias das principais famílias nordestinas. Fundador do Instituto Genealógico de Pernambuco e sócio de inúmeros Institutos Genealógicos do Brasil e do exterior. Publicou o livro “Retrospecto”. Recebeu várias comendas e medalhas ao longo de sua vida, e faleceu em Olinda, Pernambuco, a 12 de setembro de 1984.

Publicou nas revistas Tradição, Anuário Genealógico Latino, Anuário Genealógico Brasileiro, Revista Genealógica Latina, além de ser autor também de dezenas de artigos no Diário de Pernambuco.

Eis o artigo de 15 de maio de 1966 no Diário de Pernambuco, com acréscimos, observações e correções que têm por origem minha pesquisa em documentos primários e livros, citados.

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BONIFÁCIO MAXIMIANO DE MATTOS
Orlando Cavalcanti - Diário de PE 15.05.1966

 

“Filho de Antonio José de Mattos e de Ana Maria de Jesus de Mattos. Português, batizado na Freguesia da Conceição da Praia da Cidade da Bahia.”

Tentei examinar os microfilmes da Igr. da Conceição da Praia, mas foi impossível. Os livros estavam muito danificados, e a tinta usada na escrita, com o tempo manchou as páginas, não permitindo uma consulta de sucesso. Estranho, contudo, a afirmação de que Bonifácio fosse português, porque, à época de seu provável nascimento, as crianças eram batizadas quase que imediatamente após o nascimento: as mortes eram muitas, e nõa se podia arriscar a que morressem sem batismo.

Bonifácio era Administrador da Mesa da estiva da Alfândega da Fazenda da Província de Pernambuco. Detentor da Ordem de Cristo.

Filho do primeiro casamento de Antônio José de Mattos, falecido antes de 1800 – data do casamento de Bonifácio, onde assim é referido. Em segundas núpcias, Antônio se casa com Rita Dorotéa Pires, sendo pais de, pelo menos, Francisco Sérgio de Mattos, meio-irmão de Bonifácio e também genro, uma vez que se casa com Maria Salomé, conforme se verá abaixo.

Encontra-se na seção de Manuscritos da Biblioteca Nacional brasileira, no Rio de Janeiro, um documento datado de 1821 e assinado por ele, em que solicita certidão que ateste não estar ele envolvido “com a rebelião havida em Pernambuco”.

“Residia, quando casou com Rufina Cláudia, na Freg. do Sacramento da Cidade de Lisboa. Casou duas vezes: a 1ª em 30-12-1800 em Lisboa (Santa Catarina 18-C, 218) com Rufina Cláudia Violante de Moura palha Salgado e Araújo, nascida em Lisboa a 30-08-1766, batizada no dia 18 do mês seguinte (São Pedro de Palmela 7-B, 69verso) e falecida a 21-3-1814 no Recife (Boa Vista 2, 56 verso), filha de Francisco de Moura Palha Salgado e Araújo e de Maria Joaquina Rita”

Francisco de Moura Palha Salgado e Araújo, pai de Rufina, militar (capitão), nasceu em Palmela, Portugal, e foi batizado na Igr. S. Pedro em 01.05.1717, por um provável parente, o Pe.  José Salgado e Araújo. Foi seu padrinho o Dr. João Pereira da Gama.

Ao se casar com Maria Joaquina era viúvo de Arcângela Antonio Joaquina, falecida em 17.12.1742 na Freg. de N. Sra. Assunção do Castelo, Portugal. Anotação á margem do assento de casamento Francisco x Maria Joaquina mostra que com o casamento foi legitimado um filho, chamado Antônio, que tiveram antes do casamento.

Maria Joaquina Rita de Sá, mãe de Rufina, nasceu na Freg. dos Mártires, Lisboa, Portugal, e casou-se com o viúvo Francisco em 12.04.1763 na Freg. de S.Pedro de Palmela, Portugal, tendo com ele, pelo menos, dois filhos: Antonio e Rufina. Faleceu em 18.07.1829 em Lisboa, Portugal.

Os avós paternos de Rufina foram Luís de Moura Palha (filho de Miguel Botelho de Moura e Leonor Barrocas) e Madalena Caetana Salgada de Araújo ( filha de Dom Francisco Salgado de Araújo, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Mestre sala do Cardeal Lencastre,  e Teresa Josefa de Miranda; neta paterna de Feliciano Salgado, Governador da cidade do Espírito Santo da Bahia).

Os avós maternos de Rufina foram Francisco Xavier do Vale e Isabel Maria de Sá.

“ e (casou) a 2ª (vez) em 25-10-1819 no Recife (Santo Antônio 4, 134 verso) com Maria da Paixão de Jesus (que fica desde então aparecendo como Maria da Paixão e Mattos), recifense e viúva de João Nepomuceno da Silva Portella, falecida aos 85 anos em 21-8-1872 no Recife (Santo Antônio 20, 80 verso), havendo testado a 12-4-1872 no Recife (2º Cartório da Provedoria).Bonifácio e D. Rufina moraram depois de casados na Praça da Freguesia da Boa Vista, no Recife. Ele e sua 2ª consorte residiram na Rua de São Bento, em Olinda.”

Anúncio no Diário de Pernambuco, 2ª-feira, 07.11.1825
“Quem quiser comprar huma morada de casa de sobrado na cidade de Olinda na rua S. Bento, na qual morou muito tempo Bonifácio Maximiano de Mattos, e que se acha em muito bom estado e bem pintada, dirija-se a casa de Angelo Ribeiro Paz e Mendonça, Rua Direita sobrado 272, que tem ordem de se ajustar com qualquer pessoa”.

“Anotei dois filhos do 1º matrimônio (1 e 2) e três do 2º (3 a 5):

1. Maria Salomé de Moura Mattos. Nascida em Lisboa a 2-12-1801, foi batizada no dia 8-3-1802 (Lisboa, Santíssimo Sacramento 9-B, 142) e faleceu a 23-1-1881 no Recife (Santo Antônio 21,108). Testara em 18-3-1872 no Recife (2º Cartório da Provedoria). Casada com Francisco Sérgio de Mattos, do mesmo ramo genealógico, lisboeta da Freguesia de São Julião, Inspetor da Alfândega de Pernambuco, falecido a 14-6-1859 no Recife, filho de Antonio José de Mattos e de Rita Dorotéa Pires de Mattos. Francisco Sérgio e Maria Dorotéa residiram na Rua da Aurora, no Recife.”

Maria Salomé teve por padrinhos de batismo Luís Antonio de Mattos e Rita Dorotéia Pires de Gamboa, segunda mulher de seu avô e que viria a tornar-se sua sogra: Maria Salomé casou-se com o tio, meio-irmão do pai, o que não era muito incomum então. O curioso é que cada um de seus filhos era também seu primo, porque filhos de seu tio...

Em seu testamento, declara-se católica, ser Irmã do Carmo e da Boa Vista, e ter 2 filhos e 7 filhas – isso, na ocasião em que fez seu testamento, porque ela teve, realmente 12 filhos.

Francisco Sérgio na verdade não morreu no Recife, mas no Rio de Janeiro, em junho de 1869, quando lá esteve para tratar-se de uma enfermidade. É possível que seu corpo tivesse sido trasladado para Pernambuco, onde teria sido depositado no cemitério público em 17.07.1869, data que costumam apontar para o seu falecimento no Recife.

Filhos de Maria Salomé e Francisco Sérgio:

  1. Adelaide Gil de Moura Mattos – n. 14.05.1825 (data de nascimento estimada, pois batismo a diz com 3 meses e 25 dias), Recife, bat. 08.09 no oratório da casa paterna, fal. 05.06.1886. Casou-se com o viúvo João Pinto de Lemos, n. 14.01.1796, Freg. de Sto. Ildefonso, Porto, Portugal, f. 26.01.1871, filho de João Pinto de Lemos e Maria Angélica de Lemos. Com geração.
  2. Maria Dorotea de Moura  Mattos – n. 25.05.1826, Recife, bat. com 11 meses de idade, em 17.04.1827, na Matriz da Boa Vista, fal. 13.08.1850, Recife. Casou-se com Francisco Elias do Rego Dantas, n. 17.09.1807, Recife, bat. 04.10, fal. 20.11.1869, bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Academia de Olinda - ano de 1834. Juiz de direito. Deputado e senhor de engenho (filho de João Elias do Rego Dantas e Maria Francisca de Abreu e Lima). Com geração.
  3. Eulália Leopoldina de Moura Mattos a Neném – n. 29.11.1827, Recife, bat. 08.06.1828 no oratório da casa paterna, fal. solteira. Sem geração.
  4. Eutalia Ismenia de Moura Mattos – n. 08.03.1829, Recife, bat. 08.06, Matriz da Boa Vista, fal. 18.10.1914, às 11h 35 min na Rua S. Bento, 9, Olinda, Pernambuco. Casou-se em 11.1.1848, em oratório da cada paterna, privado do pai da noiva, Recife,  com o viúvo Manoel Gonçalves Pereira Lima, agricultor canavieiro, n. 25.09.1809, Recife, fal. 28.01.1876, no engenho Vicente Campello, de sua propriedade, município de Escada, Pernambuco. Filho de José Gonçalves Pereira e Rita Florência de Lima, e sobrinho do Marquês de Olinda pelo lado materno. Com geração.
  5. Ismênia Amélia de Moura Mattos – n. 05.12.1829, Recife, bat. 31.07.1830, oratório da casa paterna, na rua da Aurora, no Recife, fal. 08.07.1900, Recife. Casou-se com o irmão do marido de sua irmã (duas irmãs com dois irmãos) Antonio Gonçalves Pereira Lima, agricultor canavieiro, n. 21.101.814 e fal. 03.01.1881, Recife, filho de José Gonçalves Pereira e Rita Florência de Lima. Com geração.
  6. Francisco – n. 01.11.1830, Recife, e fal. de convulsões no dia 3, na rua da Aurora, Recife, com apenas dois dias de nascido, sendo sepultado “vestido de Menino Jesus”.
  7. Sérgio Diniz de Moura Mattos – n. 05.03.1832, Recife, bat. 29.06 no oratório da casa paterna. Deputado à 16.ª legislatura da Assembléia Legislativa de Pernambuco. Casou-se com Maria Florência da Silva Lima, sua “sobrinha”, filha do primeiro casamento de seu cunhado Manoel Gonçalves Pereira Lima (marido de sua irmã Eutalia Ismênia) com Ana Joaquina da Silva. Com geração.
  8. Clélia Augusta de Moura Mattos – n. 28.08.1833, Recife, bat. 27.10 no oratório da casa paterna, onde se casou também, em 16.12.1856 com Augusto Coelho Leite, f. 27.01.1888, filho de José Claudino Leite e Francisca Justina Coelho dos Santos. Com geração. Inventário de Antonio o mostra possuidor de escravos, móveis finos e uma fábrica de descaroçar algodão, localizada em Pesqueira. Com geração.
  9. Palmira Olinta de Moura Mattos – n. 05.10.1836, Recife, bat. 29.01.1837, Matriz da Boa Vista, Recife. Sem mais notícias.
  10. Laurentina Bela de Moura Mattos – n. 11.03.1839, Recife, bat. 01.04, oratório da casa paterna., fal. Fevereiro 1928, Rio de Janeiro. Casada em 07.12.1854, Matriz da Boa Vista, com  Dr. João Francisco de Moura Magalhães, advogado, n. 28.06.1830, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, e lá também falecido em 12.11.1890. Com geração.
  11. Viriato de Moura Mattos – n. 14.06.1841, Recife, bat. 20.03.1842, Matriz da Boa Vista.
  12. Affonso de Moura Mattos – n. 20.01.1843, Recife, bat. 24.08 no oratório da casa paterna.

“2. Narciza Adelaide de Moura Mattos. Faleceu solteira a 31.12.1886 no Recife (Santo Antônio 23, 19 verso), maior  de 80 anos. “

Narcisa nasceu em 28.01.1804, na Freguesia do Santíssimo Sacramento, Lisboa, Portugal. Batizada a 06.04 do mesmo ano, teve por padrinhos José Bonifácio de Andrada e Silva, o “Patriarca da Independência” brasileira, e sua mulher a irlandesa Narcisa O´Leary de Andrada – de quem herdou o prenome. Desconheço geração.

(aqui começam os filhos do segundo casamento de Bonifácio)

“3. Bonifácio Maximiano de Mattos. Pernambucano, faleceu aos 60 anos em 05.06.1883 no Recife (Sato Antônio 22, 1). A 29.05.1841 no recife (Sto. Antônio 6, 52) casou com Sofia Ernesta Leopoldina da Fonseca, filha de Justiniano Ernesto da Fonseca e de Ana Joaquina do Monte.”

Bonifácio, o filho 3, faleceu de “erisipela perniciosa”. Seu casamento foi no oratório particular da casa da noiva, na Freguesia de Santo Antônio, Recife. Desconheço geração.

“4. Firmo José de Mattos. BARÃO DE CASALVASCO (24.08.1889). Nasceu em 01.06.1824 e foi batizado a 15.05.1825 na casa de seus pais, em Olinda, conforme certidão passada no dia 12.03.1844 pelo vigário da Freguesia de São Pedro Mártir, João José Pereira (arquivo da Faculdade de Direito do Recife, na Universidade Federal de Pernambuco). Foram seus padrinhos o Coronel Dom Manoel Joaquim Xavier Botelho e sua mulher Teresa de Jesus Xavier Cavalcanti, que veio a casar 2ª vez com o Desembargador Luiz Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e era irmã da Viscondessa de Suassuna, sendo, além de esposa do Desembargador, sua prima e com-cunhada. O Barão freqüentou o Curso Jurídico de Olinda, transformado mais tarde na Faculdade de Direito do recife. Tornou-se Desembargador e residiu longo tempo em Corumbá, Mato Grosso. Casado com Francisca Rosa de Moraes, sua descendência está escrita no 1º “Anuário Genealógico Brasileiro” de Salvador de Moya.”

A mulher de Firmo, Francisca Rosa era filha de João Moraes e Souza e Luiza de Moraes e Souza. Nasceu em 1844 e morreu em 19.10.1894, no Rio de Janeiro, sendo sepultada no cemitério da Ordem do Carmo.

Conforme a Genealogia Mato-grossense de José de Mesquita,
“... Firmo de Mattos faz toda a sua carreira pública em Mato Grosso, chegando aos postos mais elevados na administração. Assim é que, na magistratura, chegou a ter as honras de Desembargador, aposentado que fora como juiz de Direito; na política, fazendo parte do partido liberal, foi com a morte do Barão de Aguapeí, investido na suprema chefia dessa agremiação partidária, substituindo igualmente Aguapeí no Comando Superior da Guarda Nacional; no comércio, a que desde cedo se dedicou, logrou fazer da sua casa de negócio uma das mais conceituadas e fortes da Província.

Ativo, empreendedor, dotado de viva inteligência e muita filantropia, deixou assinalada por muitos melhoramentos a sua passagem pela Provedoria dos Hospitais da Santa Casa de Misericórdia e de S. João dos Lázaros, após a reorganização de 1879, merecendo que dele se dissesse ter sido “a alma deste movimento generoso em benefício das instituições fundadas com tanto zelo. Capitão general João C.A. de Oyenhausen” (Firmo Rodrigues - Apontamentoshistóricos dos Hospitais de S.J. dos Lázaros e da S.Casa – Rev. do I.Histórico de Mato Grosso,  vol. XI-XII, pág. 73.)

Deputado provincial em mais de uma legislatura, concorreu com as suas luzes para a solução de vários assuntos de interesse coletivo em debate na Assembléia. Tendo em vista os seus serviços à causa pública, outorgou-lhe o Governo Imperial, por Decreto de 24 de agosto de 1889, o título de Barão de Casalvasco.

Inaugurado o novo regime, militou ao lado de generoso Ponce, seu amigo e sócio na casa comercial, no Partido Republicano, organizado em contraposição ao Nacional, chefiado por Antonio Maria Coelho, correspondendo, respectivamente ao liberal e conservador da situação monárquica decaída.

Transferindo, mais tarde, por motivo de ordem particular, o seu domicílio parta Corumbá, veio a falecer, a 28 de abril de 1895, quando, a bordo do “Ladário”, viajava de retorno àquela cidade.”

São estes os seis filhos de Firmo e Francisca Rosa:

  1. Constança Amélia de Mattos – casada com o Cel. Antônio Pedro Alves de Barros, maranhense, oficial da Armada Nacional, presidente do Mato grosso, fal. em 1922. Com geração.
  2. Dr. João de Moraes Mattos, juiz federal do Território brasileiro do Acre, casado com Delmira de Moraes e Souza. Com geração.
  3. Adelaide Amélia de Mattos – casada em 1884 com o Dr. Ascendino Vicente de Magalhães, nascido na Paraíba, Ministro do Supremo Tribunal Militar ,filho de Antonio Vicente de Magalhães e Felícia Perpétua.
  4. Amália de Mattos – casada com o Comandante Francisco Mariano Wanderley, n. na Bahia, dos mesmos Wanderley do Barão de Cotegipe. Com geração.
  5. Leopoldo de Moraes Mattos – Delegado Fiscal do estado, em Manaus, Amazonas, casado com Camélia.
  6. Afonso de Moraes Mattos – casado com Maria Eloína Correa de Mello.

“5. Rufina Cláudia de Mattos. Casada com Antônio Nunes de Mello.”

O único registro que posso fazer sobre Rufina é que – filha do segundo casamento - recebeu o mesmo nome da primeira mulher seu pai...

Termina Orlando Cavalcanti seu artigo, aqui desenvolvido:
“Tem o meu ilustre parente dr. Arthur de Siqueira Cavalcanti, em seu arquivo, importantes documentos sobre os seus antepassados lusos deste ramo e deles estraí as referências às fontes portuguesas (livros e folhas) aqui mencionadas, ao passo que a indicação das fontes brasileiras (via de regra recifenses) deriva do meu próprio trabalho.”

Fontes:
- Anuário Genealógico Brasileiro – vol. 1 – de Salvador de Moya.
- Gente de Pernambuco – compilação feita pelo IAHGPernambucano dos artigos de Orlando Cavalcanti
- Genealogia Matogrossense – de José de Mesquita.
- livros originais de assentos de batismo, casamento e óbito das igrejas do Recife.
- cópias de assentos originais remetidos pela Torre do Tombo, em Lisboa, e Arquivo Distrital do Porto.

 

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